问答 · Perguntas frequentes
Perguntas frequentes
Respostas diretas às perguntas que mais recebo sobre o Kung Fu Yangyiquan em Coimbra.
Onde aprendeste Kung Fu?
Kung Fu na She-Si (Porto), sob o Sifu Diogo Sant'Ana, escola ligada pela linhagem à escola-mãe Lo Leong, em Macau, China — complementado com Karaté Shukokai (Sensei Carmindo Paiva), Hapkido (com um instrutor da PSP) e Boxe (Professor Caldas, Boavista).
Foste à China?
Ainda não, pessoalmente. A formação veio através do Sifu Diogo Sant'Ana, cuja linhagem liga à escola-mãe Lo Leong, em Macau, China.
E se te fizerem isto, isto e isto, consegues defender-te?
O treino cobre cenários reais — agarres, empurrões, ataque em espaço curto, chão irregular, alguém mais forte — sem categorias de peso nem árbitro. Traz o cenário concreto numa aula experimental e trabalhamos nele.
Quanto custa?
Grupo reduzido desde 40€/mês, a dois desde 60€/mês, individual desde 100€/mês. Valores completos na página de preços.
Onde fica a tua escola?
Parque Verde do Mondego, Coimbra, ao ar livre — solução temporária até reunir alunos suficientes para espaço próprio.
Quantos alunos tens?
Neste momento estou a abrir a escola em Coimbra — as inscrições começam agora. Já formei 6 praticantes ao longo do meu percurso, e quem se inscrever agora tem acesso a atenção individual total, algo que se perde à medida que a turma cresce.
Qual é a tua faixa/graduação?
O único exame formal que fiz foi na She-Si (Porto), escola ligada pela linhagem à escola-mãe Lo Leong, em Macau, China — nesse exame obtive faixa branca. À parte disso, o meu Sifu, Diogo Sant'Ana, atribuiu-me pessoalmente, na relação direta de mestre para aluno dentro da She-Si, a faixa vermelha — o equivalente ao que noutras artes se chamaria 1º Dan, o grau de instrutor. Não foi comprada, não foi por exame de cor: foi reconhecimento direto de mérito, atribuído por quem me formou. Digo isto com toda a clareza, sem pretensão nenhuma, porque é simplesmente a verdade histórica: o sistema de faixas coloridas não é, nunca foi, tradição chinesa. Foi inventado no Japão, no século XIX, pelo fundador do Judo — e só décadas depois, e por imitação, entrou no Karaté e nalgumas organizações modernas de Wushu. O Kung Fu tradicional nunca teve faixas. O reconhecimento fazia-se de mestre para discípulo, pelo que o corpo demonstrava, não por um pedaço de pano colorido. E aqui vou ser direto: o Kung Fu de hoje, na sua maioria, deixou de ser o que era. Nasceu para matar — para decidir a vida ou a morte de quem o precisava numa emergência real. Hoje, em muitas escolas, tornou-se dança com verniz de tradição, vendida a metros e a exames, para encher salas e engordar receitas. Isso não honra a cultura chinesa nem os mestres que criaram esta arte para proteger vidas — desonra-a. Este sistema não segue esse caminho. Aqui não se compra grau nenhum. O que se treina é o que resolve.

